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sexta-feira, 23 de abril de 2021

Por que incentivar as Olimpíadas Científicas nas Escolas?

"Há mais de 8 anos fazendo um trabalho de orientação acerca das olimpíadas escolares, mais especificamente com a OBI e em seguida com a OBR, por achar muito importante o trabalho que desenvolvemos em sala de aula, agregando valores essenciais para a formação do aluno. "

Ivan Tadeu Filho, do site olimpiadascientificas.com, lista algumas vantagens para alunos que se dedicam a participar de olimpíadas científicas:

1. São desafiadoras. Não adianta negar: desafios são divertidos. Lembra um jogo que você jogou muitas e muitas vezes tentando passar uma determinada fase? Provavelmente, se o jogo fosse muito fácil, você não teria gostado tanto dele e sequer se lembraria.

2. Oportunidade de você se aprofundar em uma matéria de seu interesse. Gosta de fazer contas, treinar o raciocínio e de matemática? Gosta de computadores e gostaria de aprender mais sobre programação? De entender como “funciona” a vida, como são os seres vivos e como é o seu corpo? Do mundo invisível dos átomos e de como eles se organizam para formar tudo o que vemos ao nosso redor? De saber as características dos lugares e do que está acontecendo em nosso planeta? De saber a história de nosso país? Gostaria de tentar construir um robô? De como funcionam as leis da física, que regem todo o nosso universo? Por que não se aprofundar nessa matéria e fazer uma prova sobre apenas essa matéria que você gosta?

3. Bolsas de Estudo. Quer ganhar uma bolsa de estudo? Alguns colégios brasileiros oferecem bolsas que variam de 40% a 100% para alunos premiados em olimpíadas.

4. Abrem portas. Nessas competições vocês podem conhecer professores das principais universidades do país, destaques em competições internacionais, diretores de colégios que são destaques no Brasil, entre outros.

5. Faculdade no Exterior. Já pensou em estudar em Harvard, Oxford, Princeton, MIT, Cambridge etc? As suas chances de ser aceito aumentam muito se você for premiado em uma olimpíada internacional, indo representar o Brasil no exterior, e até mesmo, sendo um dos destaques nas competições brasileiras.

6. Currículo. Sempre é bom ter um bom currículo, nunca se sabe quando você pode precisar, e essas competições melhoram e muito o seu currículo escolar.

7. Amizades. Nessas competições você sempre conhece muitas pessoas novas e faz vários amigos.

8. Te diferenciam. Quantas pessoas você conhece que participam de olimpíadas científicas? Podem até ser muitas, mas com certeza são menos do que a quantidade de pessoas que você conhece que não participam.

9. Vestibular. Ao realizar estas provas você inevitavelmente está se preparando para um vestibular, pois elas possuem nível semelhante, quando não superiores, as dos principais vestibulares brasileiros.

10. Melhoram o seu rendimento escolar. Estudar para elas é igual se preparar para correr uma maratona: quando você se prepara para correr uma maratona, uma corrida de 1km não será nenhum desafio para você, e o mesmo acontecerá com as matérias da sala de aula.

Fonte: olimpiadascientificas.com

quarta-feira, 3 de julho de 2013

FICHAMENTO: PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA


FICHA:
FILHO, Teófilo Alves Galvão; GARCÍA, Jesus Carlos Delgado. Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva. São Paulo, 2012: ITS BRA SIL/MCTI-SECIS, 2012. 68 p.

CONTRIBUIÇÃO DO TEXTO PARA PESQUISA:
A pesquisa contribui para construção de uma sociedade inclusiva que favoreça a busca de soluções para as necessidades crescentes (acessibilidade, T.A, inclusão sociodigital, formação de técnicos e monitores de TA) que são os principais objetivos do trabalho.
 OBJETO DE ESTUDO:
Dados e conceitos sobre a Tecnologia Assistiva para a fundamentação e entendimento da pesquisa nacional sobre Tecnologia Assistiva.
 MÉTODO UTILIZADO:
Pesquisa de caráter exploratório, quantitativo e qualitativo.

OBJETIVOS DO AUTOR:
  1. A escassez desses estudos acarreta, como uma de suas consequências mais importantes, grandes dificuldades para a definição e formatação de políticas públicas nessa área e para a configuração adequada de iniciativas de apoio e fomento a projetos com esse foco. (pág.8)

  1. Contribuir para a construção de uma sociedade inclusiva que favoreça a busca de soluções para essas necessidades crescentes. (pág.9)

  1. Tentar colaborar, iluminar e orientar a reflexão e a busca de novos caminhos, de novas soluções e perspectivas, para o avanço na pesquisa, desenvolvimento e disponibilização da Tecnologia Assistiva no Brasil de hoje. (pág.62)



FONTES:
Listagem dos Centros de ensino Estaduais e Federais; Instituições que apresentaram
projetos de TA a órgãos de fomento (CNPq, FINEP); Banco de Dados do ITS BRASIL
sobre entidades de pessoas com deficiência; Contatos de outras entidades e divulgação pelos próprios pesquisadores; Empresas e Instituições que participaram da REATECH no período compreendido entre os anos de 2005 e 2010.


PRINCIPAIS CITAÇÕES:

“[...] Ou seja, além de preocupar-se com a acessibilidade física, com a eliminação de barreiras arquitetônicas, é indispensável que disponha de recursos de TA que tornem possível que pessoas com os mais diferentes tipos de deficiência possam utilizar os seus computadores e a Internet” (GALVÃO FILHO, 2009). (pág.9)


“a volumosa necessidade de recursos de TA relacionados ao uso do computador, para que possa ocorrer uma verdadeira inclusão das pessoas com deficiência em seus espaços, sejam adaptações físicas ou órteses, sejam adaptações de hardware, ou sejam
softwares especiais de acessibilidade” (GALVÃO FILHO e DAMASCENO, 2002).(pág.9)

“Como faz notar Manzini: Os recursos de tecnologia assistiva estão muito próximos do nosso dia a dia. Ora eles nos causam impacto devido à tecnologia que apresentam, ora passam quase despercebidos. Para exemplificar, podemos chamar de tecnologia assistiva uma bengala, utilizada por nossos avôs para proporcionar conforto e segurança no momento de caminhar, bem como um aparelho de amplificação utilizado por uma pessoa com surdez moderada ou mesmo veículo adaptado para uma pessoa com deficiência.” (MANZINI, 2005: 82) (pág.12)

“A expressão Tecnologia Assistiva, porém, surge pela primeira vez em 1988: O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil como Tecnologia Assistiva, foi criado oficialmente em 1988, como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana, conhecida por Public Law 100-407, que compõe, com outras leis, o ADA– American with Disabilities Act. Este conjunto de leis regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA, além de prover a base legal dos fundos públicos para compra dos recursos que estes necessitam. Houve a necessidade de regulamentação legal deste tipo de tecnologia (TA) e, a partir desta definição e do suporte legal, a população norte-americana, de pessoas com deficiência, passa a ter garantido pelo seu governo o benefício de serviços especializados; bem como o acesso a todo o arsenal de recursos que necessitam e que venham favorecer uma vida mais independente, produtiva e incluída no contexto social geral.” (BERSCH, 2005) (pág.13)

“A ISO 9999: 2002 define “Ajudas Técnicas” como: Qualquer produto, instrumento, equipamento ou sistema tecnológico, de produção especializada ou comumente à venda, utilizado por pessoa com deficiência para prevenir,compensar, atenuar ou eliminar uma deficiência, incapacidade ou desvantagem.” (ISO 9999: 2002) (pág.16)

“O modelo HEART – Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology – surgiu no âmbito do Programa TIDE - Technology Initiative for Disabled and Elderly People, da União Europeia, que propõe um enfoque em relação às Tecnologias de Apoio, com base nos conhecimentos envolvidos na sua utilização. Esse modelo entende que devem ser consideradas 3 (três) grandes áreas de formação em relação a essas Tecnologias de Apoio: componentes técnicos, componentes humanos e componentes socioeconômicos: Considerando como objetivo principal das Tecnologias de Apoio o uso de tecnologias que ajudem a ultrapassar as limitações funcionais dos seres humanos num contexto social, é de extrema importância identificar não só os aspectos puramente tecnológicos, mas também os aspectos relacionados com os fatores humanos e socioeconômicos.[...] Um modelo de formação e treino em tecnologias de apoio deve ser baseado num modelo de desenvolvimento humano que tenha em consideração os problemas que as pessoas com deficiência apresentam quando tentam adaptar-se a um ambiente adverso.”(EUSTAT, 1999b) (pág.18)

“O Decreto 3.298/1999 define Ajudas Técnicas, no seu artigo 19, como: Os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficiência, com o objetivo de superar as barreiras de comunicação e da mobilidade e de possibilitar sua plena inclusão social.” (CEDIPOD, 2007) (pág20)

“Já o Decreto 5.296/2004 utiliza a seguinte definição, no seu artigo 61: Para fim deste Decreto, consideram-se ajudas técnicas os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida.” (BRASIL, 2004) (pág20)

“O Decreto 5.296/2004 também registra o conceito de Desenho Universal, um conceito importante para a construção de uma sociedade mais inclusiva, principalmente relacionando-o à Acessibilidade e à Tecnologia Assistiva. Nesse Decreto, Desenho Universal é considerado como uma concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade.” (BRASIL, 2004)(pág21)

“Também no Decreto 5.296/2004, define-se Acessibilidade como as condições para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. (BRASIL, 2004)”.(pág21)

“Conforme a “Carta do Rio”, elaborada na Conferência Internacional sobre Desenho Universal “Projetando para o Século XXI”, que aconteceu em dezembro de 2004: O propósito do Desenho Universal é atender às necessidades e viabilizar a participação social e o acesso aos bens e serviços a maior gama possível de usuários, contribuindo para a inclusão das pessoas que estão impedidas de interagir na sociedade e para o seu desenvolvimento. Exemplos desses grupos excluídos são: as pessoas pobres, as pessoas marginalizadas por uma condição cultural, social, ética; pessoas com diferentes tipos de deficiência, pessoas muito obesas e mulheres grávidas, pessoas muito altas ou muito baixas, inclusive crianças, e outros, que por diferentes razões são também excluídas da participação social. ”(CARTA DO RIO, 2004)(pág22)

“Na defesa da utilização da expressão “Tecnologia Assistiva” em nosso país, encontra-se publicada, já em 1996, a argumentação do pesquisador Romeu Sassaki, que se expressa nos seguintes termos: Mas como traduzir assistive technology para o português? Proponho que esse termo seja traduzido como tecnologia assistiva pelas seguintes razões: Em primeiro lugar, a palavra assistiva não existe, ainda, nos dicionários da língua portuguesa. Mas também a palavra assistive não existe nos dicionários da língua inglesa. Tanto em português como em inglês, trata-se de uma palavra que vai surgindo aos poucos no universo vocabular técnico e/ou popular. É, pois, um fenômeno rotineiro nas línguas vivas. Assistiva (que significa alguma coisa “que assiste, ajuda, auxilia”) segue a mesma formação das palavras com o sufixo “tiva”, já incorporadas ao léxico português. [...] Nestes tempos em que o movimento de vida independente vem crescendo rapidamente em todas as partes do mundo, o tema Tecnologia Assistiva insere-se obrigatoriamente nas conversas, nos debates e na literatura. Urge, portanto, que haja certa uniformidade na terminologia adotada, por exemplo, com referência à confecção/fabricação de ajudas técnicas e à prestação de serviços de intervenção tecnológica junto a pessoas com deficiência.” (SASSAKI, 1996) (pág23)

“Como faz notar Bersch, “a aplicação da Tecnologia Assistiva na educação vai além de simplesmente auxiliar o aluno a ‘fazer’ tarefas pretendidas”. Nela, encontramos meios de o aluno ‘ser’ e atuar de forma construtiva no seu processo de desenvolvimento” (BERSCH,2006: 92) (pág 24)


“E para Mantoan:Os desenvolvimentos de projetos e estudos que resultam em aplicações de natureza reabilitacional tratam de incapacidades específicas. Servem para compensar dificuldades de adaptação, cobrindo déficits de visão, audição, mobilidade, compreensão. Assim sendo, tais aplicações, na maioria das vezes, conseguem reduzir as incapacidades, atenuar os déficits: fazem falar, andar, ouvir, ver, aprender. Mas tudo isto só não basta. O que é o falar sem o ensejo e o desejo de nos comunicarmos uns com os outros? O que é o andar se não podemos traçar nossos próprios caminhos, para buscar o que desejamos, para explorar o mundo que nos cerca? O que é o aprender sem uma visão crítica, sem viver a aventura fantástica da construção do conhecimento? E criar, aplicar o que sabemos, sem as amarras dos treinos e dos condicionamentos? Daí a necessidade de um encontro da tecnologia com a educação, entre duas áreas que se propõem a integrar seus propósitos e conhecimentos, buscando complementos uma na outra.”(MANTOAN, 2005) (pág25)

“Conforme bem sinalizou Mary Pat Radabaugh: Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.” (RADABAUGH, 1993) (pág25)

“Conforme salienta um dos documentos do Consórcio EUSTAT: A escolha de uma tecnologia de apoio é uma matéria que pode afetar significativamente a vida do seu utilizador. Os utilizadores finais ser encarados como os protagonistas principais e aqueles que têm a última palavra a dizer nessa escolha. [...] Atualmente, as associações de deficientes defendem firmemente uma abordagem centrada no utilizador, na qual o utilizador final é o principal protagonista, é quem toma decisão, em questões que afetam a sua vida.” (EUSTAT, 1999b, p. 3 e 10) (pág42)

“Como alerta Sassaki: No Brasil, a grande maioria dos 17 milhões (24,6 milhões, segundo o Censo 2000) de pessoas com deficiência tem sido excluída de todos os setores da sociedade, sendo-lhes negado o acesso aos principais benefícios, bens e oportunidades disponíveis às outras pessoas em vários tipos de atividades, tais como educação, saúde, mercado de trabalho, lazer, desporte, turismo, artes e cultura. Esta afirmação, que se apresenta como uma denúncia, consta em vários documentos, moções, relatórios, palestras etc.” (SASSAKI, 2004). (pág44)


“Notoriamente, as TICs vêm se tornando, de forma crescente, importantes instrumentos de nossa cultura e o acesso a elas constitui um meio concreto de inclusão e interação no mundo para todas as pessoas.” (LÉVY, 1999) (pág46)

“[...] O desafio dos agentes de processos de pesquisa e desenvolvimento de conhecimentos na sociedade contemporânea é o de aprender a “funcionar em rede”. E é esse aprendizado e capacidade de “funcionar em rede” que cada vez mais balizará, no final das contas, a eficiência, produtividade e relevância social de um laboratório ou de um projeto de pesquisa, na sociedade atual.” (LÉVY, 1999;GALVÃO FILHO, 2009).(pág60)

“Conforme revelam diferentes estudos (SONZA, 2008; GALVÃO FILHO, 2009), dado que o desenvolvimento de diversas soluções de TA, embora altamente funcionais e úteis, não dependem de volumosos recursos financeiros, mas, sim, de conhecimentos técnicos, de iniciativa e de criatividade, torna-se indispensável formular questões, tais como: Como gerar, estimular e apoiar melhor o desenvolvimento e difusão de conhecimento nessa área, a formação de recursos humanos e o incentivo ao exercício da criatividade na pesquisa e desenvolvimento de TA? Como estimular e apoiar as pequenas iniciativas de organizações da sociedade civil ou de escolas isoladas, espalhadas por todo o território nacional, as quais inventam e desenvolvem soluções simples e de baixo custo, porém de alta funcionalidade, para problemas às vezes bastante complexos, na área da TA?” (pág61)

PRINCIPAIS CONCLUSÕES DO AUTOR:
“Os autores acreditam na importância e relevância do trabalho realizado com a pesquisa significativa do mapa da inovação em Tecnologia Assistiva no Brasil. Acreditam e de acordo com as pesquisas e estudos que as  Novas políticas públicas, como as políticas educacionais de inclusão, e também as políticas para a democratização do acesso às novas tecnologias, têm gerado, e devem gerar ainda mais, um crescimento exponencial nas demandas de TA.
De acordo com o gráfico1 apresentado, sugere a necessidade de que se estudem formas de aumentar a capilaridade e distribuição das ações e pesquisas por todo o território nacional, de forma mais uniforme, principalmente porque as demandas de TA, estas sim, são distribuídas e capilarizadas. Como forma possível de solucionar o problema, estruturar e disponibilizar novos incentivos nessa área, principalmente às redes de formação e pesquisa já nacionalmente estabelecidas e distribuídas, como as Universidades Federais, os Institutos Federais de Educação Tecnológica e outras redes, poderia concretizar-se como opção mais fácil e acessível de gerar, de imediato, distribuição mais equilibrada das iniciativas.
Precisa-se incentivar ,estimular, viabilizar mais incentivo para as instituições municipais e federais, foco onde se mostrou mais projetos desenvolvidos e preocupados com a TA.
Os projetos do tipo “Pesquisas de TA” são majoritariamente desenvolvidos em instituições acadêmicas. Toda a reflexão e produção teórica desenvolvida no país sobre as Tecnologias Sociais podem servir de referência e suportes alternativos para tentar reverter essa falta de reconhecimento e incentivo.
Ressalta ainda o cuidado, no incentivo a essas articulações multissetoriais também deve ser um alvo a ser alcançado na configuração das políticas públicas de TA.
Com o gráfico 7 pode observar o levantamento do desenvolvimento dos projetos executados e resultados obtidos em relação a determinadas deficiências, umas mias que outras, consequentemente tem deficiências pouco exploradas e TA também. Mas já há vários avanços tecnológicos na atualidade, principalmente na área da informática, têm aberto novos e amplos horizontes para pessoas até com graves comprometimentos. Mesmo quando se trata de recursos relacionados ao uso do computador e da Internet, é possível encontrar ou desenvolver soluções artesanais e de baixo custo, porém de alta funcionalidade.
Hoje, controlar o computador por meio de sopros ou mesmo com o movimento voluntário de apenas um músculo do corpo, por exemplo, já é uma possibilidade real para alunos com comprometimentos severos. E uma possibilidade muitas vezes bem mais acessível e barata do que se imagina. Os softwares leitores de tela destinados às pessoas com deficiência visual é outro exemplo de um novo recurso de TA que se tornou de fundamental importância para a autonomia de pessoas com deficiência.
Por isso, o acesso dessas pessoas a recursos tecnológicos, como o computador e a Internet, cada vez mais deve deixar de ser percebido como algo apenas opcional ou secundário. Para a pessoa com deficiência, com frequência trata-se de um direito fundamental que possibilita o exercício pleno da cidadania e o acesso a outros direitos básicos como aprender, comunicar-se, trabalhar, divertir-se etc.

De acordo com o gráfico 8, ficou claro que de deve buscar formas de intensificar a participação de pessoas com deficiência em todas as etapas dos projetos, seja nos processos de reflexão e planejamento, como nos processos decisórios e de implementação.

Este estudo aponta para a necessidade de um incremento no volume de financiamento público dos projetos na área da TA (Gráfico 10), em função das carências evidentes de uma grande parcela da população que pode ser beneficiada por esses projetos. E também pelo fato de que foi a opção “ausência de recursos financeiros” (Gráfico 11) a opção que mais se destacou entre as dificuldades encontradas pelos projetos.

No que concerne às possibilidades de atividade e participação da pessoa com deficiência ou idosa, relacionadas com os objetivos dos projetos, destacou-se o item “aprendizagem e aplicação do conhecimento” (Gráfico 15), como opção mais acionada, novamente despontando a importância da ênfase nos recursos de TA relacionados às TICs, como o computador e a Internet, os quais são reconhecidamente favorecedores desse tipo de atividade e participação destinadas a essas pessoas, na sociedade contemporânea.

Este estudo e estas conclusões, portanto, são apresentados, a partir de dados que refletem o contexto de captação de dados da pesquisa, com a intenção de tentar colaborar, iluminar e orientar a reflexão e a busca de novos caminhos, de novas soluções e perspectivas, para o avanço na pesquisa, desenvolvimento e disponibilização da Tecnologia Assistiva no Brasil de hoje.” (páginas 58 a 62)


COMENTÁRIO E ANÁLISE DO LEITOR:
Acredito que é muito importante ter acesso a todo tipo de documento, material, leituras, pesquisas sobre determinados assuntos que nos determinamos a estudar e se aprofundar, creio que é estimulante aprender cada vez mais. E esse material está sendo fundamental para o meu entendimento com relação as Tecnologias Assistivas e também com relação ao uso do computador e internet. Texto de leitura fácil, prazerosa e de fácil entendimento, os gráficos mostram fartos e contra fatos não há argumentos e isso é muito positivo para os estudos e trabalhos na área.
Entender a Tecnologia Assistiva, seus conceitos e sinônimos são muito importantes para subsidiar toda a prática e estudo que estou fazendo atualmente, inclusive para a sala de aula, abre vários leques de possibilidades e atuação. Estou conhecendo um novo mundo, outra realidade que não posso mais negar, o tempo urge essa nova visão e isso eu tenho consciência e acredito que tenho muito a contribuir e crescer sobre o referido tema.
Gostei muito como os autores dividiu o texto, ficando claro todo o desenrolar e entendimento do mesmo.
RESUMO:
O texto desde a sua introdução mostrou claramente a necessidade de continuar e estender mais sobre as pesquisas, testes, estudos, pesquisas, formação, incentivos sobre a Tecnologia Assistiva. No segundo capítulo, eles abordaram as diferentes concepções e classificações relativas à Tecnologia Assistiva, de extrema importância para entendermos os conceitos vigentes tanto internacionalmente como também aqui no Brasil, desmistificando e dando a devida importância a Tecnologia assistiva. Como o foco foi a pesquisa feita, no terceiro capítulo eles caracterizaram toda a pesquisa, abordando seu caráter exploratório, quantitativo e qualitativo, dando fontes e subsídios para a eficácia e seriedade da mesma. No quarto capítulo abordaram em cada gráfico tudo o que foi apresentado a partir das pesquisas feitas e resultados obtidos, importantíssimo para todo o fechamento e exploração de todo o texto/conteúdo. E por fim, concluem pontuando cada gráfico tecendo comentários importantes acerca do tema, citando o que é preciso fazer, onde precisa de incentivo, como fazer, políticas, locais e dar continuidade para se estender sobre as práticas e estudos sobre a Tecnologia Assistiva.


FICHAMENTO: ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO SOCIAL E EDUCACIONAL DO SURDO POR MEIO DO FACEBOOK


FICHA:
 MENESES, S.C.P. Estudo sobre a inclusão social e educacional do surdo por meio do facebook. 2013. 105f. Dissertação(Mestrado em Educação). Universidade Tiradentes, Diretoria de pesquisa e extensão, Aracaju.
CONTRIBUIÇÃO DO TEXTO PARA PESQUISA:
A pesquisa contribui para mostrar que a rede social digital facebook é um ambiente acessível linguisticamente para o sujeito surdo. O referencial apresentado é um ponto de partida para pesquisas futuras.
OBJETO DE ESTUDO:
A inclusão social e educacional do surdo por meio do facebook para compreender o papel das redes sociais digitais no processo de comunicação do surdo.
MÉTODO UTILIZADO:
A pesquisa baseou-se numa abordagem metodológica a netnografia digital, apoiada em Rocha e Montardo(2005) e a análise de dados qualitativa, por meio da análise de conteúdo tendo como referencial teórico, Bardin(2002), Vygotsky(19890, Quadros(2006), Goldfeld(2002), Sacks(2010), Castells(1999).
OBJETIVOS DO AUTOR:
  1. Compreender o papel das redes sociais digitais, especificamente o facebook, no processo de comunicação do surdo;
  2. Analisar o papel das redes sociais digitais na comunicação entre surdos através da observação da escrita da língua portuguesa;
  3. Identificar e caracterizar como as formas de utilização da internet pelos surdos podem potencializar o acesso e a construção da escrita da língua portuguesa;
  4. Analisar a relação entre o processo de alfabetização dos surdos e a utilização da rede social digital facebook influencia em sua comunicação e interação. (pág.25)
FONTES:
Campo empírico- espaço virtual por meio da “Comunidade Surda de Sergipe” na rede social facebook; 30 alunos , jovens e adolescentes surdos da comunidade do facebook; questionários online e fórum de discussão; IBGE(quadro01), INEP(quadro02).
PRINCIPAIS CITAÇÕES:
Conforme Meneses(2011), “os surdos afirmam que existem dificuldades no processo de comunicação por meio das redes sociais digitais. Para muitos, estas dificuldades estão no campo da leitura e escrita. Para alguns destes jovens a grande dificuldade é entender a cultura ouvinte e ler textos grandes, mas o acesso às redes tende a melhorar a qualidade da sua produção escrita e compreensão dessa cultura.”(pág. 24)
Rocha e Montardo(2005,p.9): “Umas das possibilidades de se estudar o imaginário virtual e seus atores se faz pelo método da observação. Assim como é comum para a antropologia, a observação no ciberespaço é relevante. Porém devido à natureza desterritorializada do ciberespaço, o que se pergunta é de que forma fazer a observação participante à distância. A premissa básica da aproximação ao objeto de estudo merece, então, um redirecionamento.(...) Para tanto são apresentados como instrumentos de pesquisas: cyberinterviews, e-mails, board postings, e homepages.” (pág.26)
Segundo Diaz(2011), “Nesta concepção, o cultural e o social se entrelaçam e se incluem entre si: a cultura faz parte do social e o social tem uma de suas expressões na cultura que, por sua vez, desenvolve o social. Desta forma, acontece toda uma influência social em geral e cultural em particular, expressa fundamentalmente pelo processo educativo que atua sobre cada membro da sociedade culturalizada, através principalmente da família e da escola, porém também através dos grupos, da mídia, das outras pessoas, das diferentes instituições públicas e privadas, enfim, de tudo o que é produzido pelo conjunto de seres humanos em interação, isto é, pela sociedade e pela cultura.” (pág.35)
Para Wolton(2010), “ O problema não é mais somente o da informação, mas antes de tudo o das condições necessárias  para que milhões de indivíduos se comuniquem ou, melhor, consigam conviver num mundo onde cada um vê tudo, sabe tudo, mas as incontáveis diferenças- linguísticas, filosóficas, políticas, culturais e religiosas- tornam ainda mais difíceis a comunicação e a tolerância. A informação é mensagem. A comunicação é a relação, que é muito mais.” (pág37)
Giordan(2205, p.60) afirma que, ...”é pela mediação da oralidade e da escrita que ocorre não apenas a maioria, mas também as principais e mais significativas ações humanas.”
Castells(1999, p.443), afirma que “ A vantagem da rede é que ela permite a criação de laços fracos com desconhecidos, num modelo igualitário de interação, no qual as características sociais são menos influentes na estruturação, ou mesmo no bloqueio, da comunicação...os laços fracos facilitam a ligação de pessoas com diversas características sociais, expandindo assim a sociabilidade para além dos limites socialmente definidos do autoconhecimento...de fato, a comunicação on-line incentiva discussões desinibidas, permitindo assim, a sinceridade.”(pág45)
Para Galvão Filho(2008,p.25) “ Novas realidades e novos paradigmas emergem na sociedade humana, nos dias de hoje. Uma sociedade mais permeável à diversidade questiona seus mecanismos de segregação e vislumbra novos caminhos de inclusão social da pessoa com deficiência. Este fato tem estimulado e fomentado novas pesquisas, inclusive com a apropriação dos acelerados avanços  tecnológicos disponíveis na atualidade. A presença crescente das tecnologias de Informação e Comunicação(TICs) aponta para diferentes formas de relacionamento com o conhecimento e sua construção, assim como novas concepções e possibilidades pedagógicas.” (pág46)
Silva(2009,p.76) “ O combate à infoexclusão não deve limitar-se ao amplo acesso ao computador conectado à internet[...] mas à qualificação dos usuários para a não subutilização das tecnologias digitais interativas, bem como para a participação criativa e colaborativa no universo on-line[...] não basta ter acesso às tecnologias digitais on-line. É preciso saber operá-la não mais como um receptor de mídia clássica. A internet é uma mídia interativa, em que somos espectadores e participadores ao mesmo tempo.(pág48)
Decreto nº 5.2969 de 02 de dezembro de 2004), em seu Art. 8º: “ ...acessibilidade: condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzaida;[...].   
... ajuda técnica: os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoas portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida;[...]
...desenho universal: concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade.” (pág50)
Capra(2008), “afirma que essas relações não tem limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade e é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações.”(pág60)
Skiliar(1998), “o sujeito surdo é bicultural, pois está inserido em duas culturas, ouvinte e surda. Essa cultura(surda), como qualquer outra cultura, tem a língua como parâmetro principal, de onde é criada toda uma forma de convivência e socialização.”(pág81)
PRINCIPAIS CONCLUSÕES DO AUTOR:
A autora ficou feliz com o resultado do trabalho uma vez que aplicou com sucesso as etapas da coleta de dados que subsidiou todo o estudo. E, por meio dessa coleta identificou as dificuldades mais relevantes na prática dos surdos na utilização da língua portuguesa (conjugação verbal, uso exagerado ou não uso de preposições, concordância, estrutura de frases e vocabulário), com relação ao uso das redes sociais como meio de interação e aprendizagem, a autora identificou a rede social mais utilizada, que é o facebook, o Orkut é acessado pela classe D e E, menos acesso e por isso não se atualizam com a rapidez da evolução das ferramentas. Os surdos utilizam dispositivos específicos para facilitar a comunicação, o close caption, tradutor de libras e o dicionário de libras. Diante da pesquisa feita também conseguiu perceber as maiores dificuldades que eles encontram nas leituras de páginas da internet foi a falta de legenda, de tradutor de texto e principalmente falta de conteúdo em libras. Eles utilizam a internet para ver notícias, baixar séries com legenda, vídeos no youtube. A autora reforça a importância da criação e socialização de aplicativos que minimizem as dificuldades encontradas no estudo, confirmando assim a importância da tecnologia assistiva, garantindo assim a acessibilidade comunicacional dos surdos. Afirma ainda que o processo de inclusão por meio das redes sociais digitais permite a inclusão digital e o acesso e uso das tecnologias da informação e comunicação é um precioso aliado no acesso e a construção da escrita da língua portuguesa, desenvolvendo assim a comunicação do sujeito surdo, viabilizando o contato com os ouvintes, aumentando assim o vocabulário e compreensão do significado das informações. Através da pesquisa aplicada, a autora constatou que existe ainda surdos que não dominam nem a libras, nem o português como também os 30 alunos surdos que participaram da pesquisa estarem no ensino médio e superior, fato quase impensável na realidade nacional e local. Os resultados obtidos foram satisfatórios, sendo essa pesquisa o início de futuras pesquisas. A autora termina o trabalho falando que acredita numa educação que privilegia as políticas públicas de acessibilidade, com respeito às diferenças linguísticas, mediadas pelo uso das TICs respaldadas no bilinguismo e nas linguagens visuais para uma mudança dos paradigmas da inclusão, permitindo assim mais acessibilidade e usabilidade de ações e conquistas das pessoas surdas.
COMENTÁRIO E ANÁLISE DO LEITOR:
Apesar de trabalhar com a informática educativa há quase 8 anos, nunca me permiti ir a fundo nas leituras e possibilidades que eu poderia aplicar em minha prática com as crianças surdas que passaram por mim, uma vez que as mesmas eram tratadas com diferenças pelas professoras e auxiliares, e pouco compareciam nas minhas aulas. É a primeira vez que estou lendo, pesquisando sobre o assunto e estou vislumbrando um leque de possibilidades com a experiência que tenho no manuseio do computador como ferramenta pedagógica. Pensar na inclusão e agir de forma concreta é assumir com amor a sua profissão e ser responsável pelo outro.
A autora Soraya por conta da necessidade de entender e ajudar sua filha e sua prática na educação especial vislumbrou esse projeto e conseguiu com seu trabalho focar na importância das tecnologias digitais, abordou mais o uso do facebook, de grande valia na interação e comunicação dos alunos, possibilitando a integração deles no mundo virtual.
Um trabalho rico com dados e fatos pertinentes ao tema baseado em autores importantes no processo que justificam a importância do estudo que a autora fez. A fundamentação teórica foi muito bem centrada nos conceitos aplicados e abordados durante todo o trabalho, percebi a preocupação da autora em nos fazer entender da necessidade da inclusão(acesso, manuseio, comunicação, linguagem) na utilização da rede social estudada,da importância do entendimento e prática da escrita como forma de interação e facilidade na rotina deles para estudar, se relacionar, assistir, jogar, baixar séries, etc.
Consegui visualizar os exemplos que ela mostrou no trabalho, com as imagens, questionários e entendi a importância e preocupação da mesma. É realmente uma pesquisa que sugere muitas outras pesquisas que abordem as necessidades urgentes das práticas inclusivas, principalmente no ciberespaço.
RESUMO:
O presente trabalho abordou questões muito importantes  no que diz respeito ao papel das redes sociais, o facebook no processo de comunicação do surdo, analisando assim o domínio da língua portuguesa no contexto tecnológico em que estamos inseridos. A pesquisa se fundamenta em autores como Vygostsky, Galvão Filho, nas leis, decretos, nos dados coletados com as pesquisas e questionários feitos e também no facebook dos alunos observados, na comunidade eu eles estão inseridos. Foi pensando na angústia e necessidade de sua filha que a autora se estimulou a buscar e entender como os surdos faziam para conversar, se relacionar e dominar a linguagem, buscando meios de solucionar as dificuldades encontradas por eles.
A falta de estudos mais específicos voltados para aprendizagem da língua portuguesa na modalidade escrita pelo surdo e o intuito de lançar um novo olhar sobre as potencialidades e possibilidades de aprendizagem na utilização das tecnologias digitais é que justificou esse trabalho. Apresentou no primeiro capítulo o sujeito surdo e a relação dialógica entre inclusão e exclusão, abordando a educação e a inclusão do surdo com dados e conceitos que permearam por tempos na cultura e comunicação dos surdos, processos de alfabetização e letramento na escola inclusiva. No segundo capítulo, a autora aborda as redes sociais digitais, apresentando a tecnologia como meio de intervenção na comunicação deles, falando de alfabetização digital,acessibilidade conceituando a tecnologia assistiva(através de imagens apresenta alguns softwares que os surdos utilizam para facilitar o manuseio no computador para a internet, linguagem e comunicação). Aborda também o histórico do facebook, características, citando e apresentando dados do facebook no Brasil e em Sergipe, reafirmando assim a importância das redes sociais digitais na interação, educação e comunicação dos surdos.Por fim, no último capítulo ela nos revela com mais detalhes o percurso metodológico da pesquisa,seus instrumentos, dados, como organizou, tabulou e analisou através dos questionários, fóruns, diálogos no fórum da rede social.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Grupo de Estudo para a OBI no Colégio Módulo

Tive a oportunidade de trabalhar com os alunos preparando-os para a OBI desde o ano passado, sou colaboradora do projeto no colégio Módulo e senti a necessidade de apoiar e incentivar os alunos interessados na olimpíada. Nesse ano, montamos o grupo de estudo com o objetivo de exercitar o raciocínio lógico e atividades direcionadas para a prova. Foram momentos muito legais e cheios de resultados. Fico muito feliz em ver nos rostinhos deles a alegria por conseguir acertar as questões e vejo que eles estão em busca do saber.
Lembrem-se de dormir cedo, ter calma e ler com bastante atenção a prova.
Boa prova a todos, queridos alunos!