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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Como trabalhar o "Dia do Abraço" nas escolas e empresas?

Dicas para Empresas:
Não só hoje, mas continuamente os Recursos Humanos de uma empresa precisam saber trabalhar todo o grupo, fazendo a interação, estudos, dinâmicas para fortalecer a Equipe. Propor nas reuniões, uma leitura agradável sobre "Dia do Abraço", ou " Como estamos vivendo?", "Quais ações estamos praticando?", colocar o pessoal para pensar, refletir e tomar atitudes verdadeiras, não só na hora da dinâmica, mas durante toda sua vida.Com músicas, vídeos, textos, folders e muitos outros materiais ajudarão no processo.Seja uma vez por mês, um rodízio com os funcionários, mas não podem deixar passar em branco, tem muita coisa a se fazer para melhorar o trabalho em equipe, estimular a criatividade, vendas, relacionamento, etc.

Dicas para Escolas:
Dependendo do compromisso da Escola e mais ainda dos professores envolvidos, durante todo o ano pode-se estabelecer metas a alcançar, conforme cada turma:

  • Ser gentil;
  • Fazer uso das Palavras Mágicas: Por Favor, Com Licença, Obrigado;
  • Ajudar o coleguinha quando for necessário;
  • Observar mais o outro e a si mesmo;
  • Ser Cordial;
  • Como trabalhar em equipe?
  • O que preciso melhorar?
  • O que posso fazer? 
  • Como ajudar?
  • Eu? Nós?

Propor dinâmicas, leituras(rodas de leitura e conversas com textos sobre a amizade, solidariedade, fraternidade, interpretar com eles), propor um abraço coletivo, começar o dia diferente, ou terminar diferente, mas colocar as crianças para refletirem, discutir, opinar...

Passar vídeos e imagens alertando sobre como queremos viver e que mundo queremos com tanta injustiça, desigualdade, mal humor, encrencas, brigas; Esses são só alguns pequenos exemplos e atitudes que podemos e devemos despertar nas pessoas, e desde pequeno é claro, começa em casa e a continuidade depende da atitude de cada um.

Seja em qualquer lugar, em qualquer ambiente, em qualquer data especial, podemos criar um "ar" mais harmônico, com qualidade, vamos esquecer as brigas, tanta competição desnecessária( até por que se você faz parte de uma empresa, a linguagem deveria ser a mesma, mesmos objetivos, mesma comunicação), vamos deixar de tanta mesquinharia, falsidade....passamos maior parte do nosso tempo, trabalhando e estudando, então vamos fazer valer a pena!!!!
Imagem do Google
Não temos todo o tempo do mundo, quem define o nosso tempo é Deus!
Vamos agir, vamos mudar nossas práticas!!!
Feliz dia a todos!!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

As "brilhantes" Estatísticas da Página do facebook

Com a minha página "Blog Da Tia Dani Tecnológica" tenho feito um trabalho de divulgação de minhas práticas, atividades e pesquisas. Através das estatísticas acompanho e vou analisando os dados. É uma excelente ferramenta para trabalhar em sala de aula e nas empresas.

Umas das principais razões para a utilização de uma página é a possibilidade de obter mais dados sobre os seus visitantes. O Facebook oferece algumas ferramentas incríveis para você mensurar e conhecer o seu público. Através da página de Insights você tem um painel muito completo de informações sobre os visitantes de suas páginas. Você tem acesso a informações sobre a página, como o aumento de “curtidas”, de visualizações e como anda o retorno da página. Sem contar as informações sobre o público e sobre as interações.
Saiba mais através dos links abaixo:
Minhas Estatísticas:











segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como ensinar a fazer buscas na internet?

Pesquisando material para fundamentar minhas aulas de Informática, achei essa matéria muito interessante. Estou trabalhando com os 5ºs anos sobre a Internet, fundamentando sua importância e evolução e colocaremos  a "mão na massa", praticando com cautela.
Este texto é um recorte da matéria "Como os alunos fazem buscas na internet" de Gabriel Pillar Grossi, publicada na  revista Nova Escola, edição de maio de 2009, no entanto é ainda muito pertinente para os nossos dias.
"O estudo, feito com alunos do equivalente ao nosso 7º ano em 400 escolas da província de Buenos Aires, indica que há cinco pontos essenciais a considerar antes de colocar a garotada na frente da tela: compreender que a busca na rede é uma prática social de leitura, tomar consciência de que a máquina deve ser usada ao nosso favor, aprender a escolher os sites que têm o que se quer procurar, saber selecionar informações confiáveis e entender o peso da imagem no processo.
O que o aluno deve buscar na rede, onde e como:
O primeiro problema que se coloca para os estudantes ao pesquisar na internet é onde encontrar o que se quer. Em geral, é acessado um site de busca (tipo Google) e digitam uma ou mais palavras. Há três comportamentos padrão:
  • quando quer apenas se divertir: o jovem clica no primeiro resultado de busca e vai para o novo site;
  • buscar conhecimento geral: o aluno clica em no máximo dois sites, até achar o tema em questão;
  • quando tem de localizar algo específico para uma tarefa escolar a complexidade aumenta: o aluno faz a busca, lê o site, tenta avaliar a qualidade dos dados oferecidos e refaz o processo várias vezes, até ter alguma certeza de que os nomes, números e datas conferem. 
"Isso prova que buscar informação na internet é altamente complexo, é uma prática social de leitura e, portanto, requer auxílio constante do professor", explica Flora Perelman, participane da equipe que realizou o estudo.
Mariana Ornique, também da equipe que realizadora do estudo, conta que, quando o professor não orienta o trabalho, o mais comum é a turma digitar qualquer coisa na tela, sem pensar muito. "Só que a página de busca não é capaz de interpretar nada." Por isso é fundamental discutir o que exatamente se quer encontrar - antes de clicar. Em outras palavras, é preciso levar os alunos a entender a diferença entre pedir informação a alguém e à máquina. Só assim a tecnologia é usada a favor do usuário e da aprendizagem.
Na hora de escolher, confiança é a chave
O terceiro passo é aprender a selecionar os sites "Na dúvida, as crianças muitas vezes optam por um ‘.org’ ou ‘.gov’, porque acreditam que páginas não-comerciais têm mais credibilidade", afirma outra pesquisadora, Vanina Estévez. "Será? Duvidar das informações é essencial e é preciso ensinar a turma a fazer isso." Segundo a pesquisa, os jovens acreditam muito na objetividade dos fatos históricos. Mas é essencial que eles compreendam que qualquer ponto de vista carrega consigo uma certa parcialidade - conhecimento, aliás, que deve ser explorado também em atividades sem o computador. Daí a importância de saber selecionar as informações confiáveis (a quarta conclusão do estudo). Afinal, nem tudo o que está disponível na internet é verdadeiro.
Como, então, levar a turma até dados confiáveis? "Essa é a questão quando se trata de explorar a tecnologia na escola", diz a pesquisadora Emilia Ferreiro, conhecida por seus estudos em alfabetização, mas que coordena trabalhos sobre o uso do computador em classe. "Quando alguém nos pergunta algo, imediatamente pensamos para que essa pessoa quer saber isso, aonde quer chegar. E a máquina não faz isso. Nenhum site de busca consegue interpretar como nós fazemos."
 A força das imagens e como não se enganar
Finalmente, María Rosa Bivort, também da equipe de Buenos Aires, chama a atenção para a importância da imagem na busca via internet. "Numa das tarefas propostas, os alunos tinham de encontrar fotos de imigrantes que vieram da Europa no século 19", conta ela. "Ao colocar palavras-chave nas ferramentas de busca, como ‘navio’ e ‘século 19’, algumas crianças encontraram fotos recentes de embarcações antigas em festas em homenagem aos imigrantes, por exemplo." Isso serviu para os professores explicarem que nem todas as imagens em sépia (aquele tom amarelado que as fotos em preto-e-branco ganham com o tempo) são velhas de verdade, pois esse efeito pode ser obtido hoje justamente graças à informática. Sem falar no próprio visual dos sites - um mais atraente pode "parecer" mais confiável, sobretudo para crianças menores.
Tudo isso só reforça a importância de cruzar informações e checar antes de simplesmente comprar o que aparece na tela. "A confiabilidade é mesmo o aspecto crucial", analisa Emilia Ferreiro. "A grande vantagem é que a máquina nos permite experimentar infinitamente. Podemos voltar, refazer, trocar tudo. E isso não causa nenhum problema ao trabalho, pois ele é 100% reversível. No entanto, precisamos ensinar a interpretar. Pois só assim vamos ajudar os alunos a construir conhecimento de fato."
 Sendo a internet um vasto campo de pesquisa, é imprescindível a orientação do professor para que uma pesquisa consistente e útil aconteça de modo a contribuir com o aprendizado dos alunos, independente de unidade escolar, município, estado e país.
http://eductec-itajai.blogspot.com.br/2011/05/como-os-alunos-fazem-buscas-na-internet.html


segunda-feira, 4 de junho de 2012

A Educação Ambiental já faz parte do seu planejamento?

Olá, Pessoal!!!
Muitas vezes a Educação Ambiental passa despercebida, lembrada somente no dia do Meio Ambiente... mas não deve ser assim... ela deve ser trabalhada integrada aos diversos conteúdos, prevista na Lei 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. 

Conforme o Art. 2º da Lei 9.795 "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da Educação Nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo Educativo, em caráter formal e não-formal. "
Vamos procurar ler mais, entender para estimular nossos filhos, conhecidos, amigos e alunos para criar o hábito da Educação Ambiental. Não podemos mais fugir dessa realidade e é de pequeno que começamos a instruir de forma correta e cidadã!

Para saber sobre a regulamentação da Educação Ambiental na Educação: