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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Facebook também na hora de estudar!

Mais uma excelente matéria sobre a utilização do Facebook em sala de aula. Uma seleção feita por Giovana Feix do Instituto Claro com dicas de páginas para estudar conteúdos de todas as disciplinas!!!

Páginas no Facebook que podem ajudar a estudar
O brasileiro é um dos principais consumidores de conteúdos sociais em todo o mundo. E o Facebook aparece no topo das redes sociais preferidas no nosso país. Segundo informações oficiais da empresa, temos mais de 76 milhões de usuários na rede e somos o segundo país no número de acessos diários. À primeira vista, esses dados parecem indicar que o Brasil só consome entretenimento nas redes sociais, mas não é bem assim. Além do forte impacto do Facebook para as marcas e para o consumo, a rede pode, e é cada vez mais utilizada, como ferramenta de apoio educacional – especialmente na organização da rotina de estudos complementares dos alunos, ou seja, o que acontece fora da sala de aula. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Finalização das atividades desenvolvidas com a FETEC 2013

Quando voltei de férias, fui convidada para trabalhar com as turmas dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos ministrando aulas de Informática, para mim não foi nenhuma dificuldade, uma vez que trabalho com a Informática desde 2004 e amo o que faço. No começo as minhas primeiras atividades foram baseadas para conhecer melhor a turma, cada aluno com as habilidades, interesse e competência.

Fui desenvolvendo minha metodologia e em cada atividade explorei os assuntos da área tecnológica, assim como temas importantes para o cotidiano das crianças, os valores, virtudes, consciência crítica, opinião e em todas as minhas aulas meus alunos participam diretamente. Fico muito feliz e satisfeita quando os vejo desenvolvendo, aprendendo, superando e seguindo adiante.

Durante o segundo semestre fizemos de tudo um pouco com filmes, músicas, textos, desenhos, pesquisas, programas, histórias, datas e conteúdos importantes para o desenvolvimento de cada um. Tudo o que fiz e faço é pensando na vida útil deles, na aprendizagem com sentido e significado.

No final de agosto, início de setembro comecei a trabalhar com o tema Sustentabilidade, onde no dia 25, sexta passada, apresentamos a conclusão dos nossos trabalhos. Depois de algumas mudanças no calendário e atividades planejadas, tive que reorganizar os produtos finais, adequando para cada turma o subtema coerente dentro da realidade e percepção deles.

Para isso, o tema “Sustentabilidade – Eu curto” foi explorado no desenvolvimento das atividades com o objetivo de esclarecer e incentivar práticas sustentáveis, aprendendo a descartar o lixo, incentivando a coleta seletiva, a reciclagem, a mudanças de atitudes através de atividades sobre o tema, garantindo a continuidade dos aspectos culturais, sociais, econômicos, físicos e ambientais do planeta. A preservação do meio ambiente (todos os lugares que vivemos, nossas casas, escola, ruas, etc), bem como, as ações que promovem o desenvolvimento sustentável na alimentação, reutilização de resíduos orgânicos e inorgânicos.

Subtemas por turma:
3ºs Anos: Reciclagem/Coleta Seletiva- os 5 Rs, tipos de materiais, descarte correto, empresas, atitudes, consciência, mudança de atitudes;
4°s Anos: Resíduos Orgânicos- alimentação orgânica, hidropônica, alimentação alternativa, farinha multimistura, reaproveitamento de alimentos, economizar; 
5ºs Anos: Resíduos Tecnológicos: Descarte/impactos/Responsabilidade Ambiental; Reciclagem de eletrônicos (computador/pilhas/baterias,etc);Economia Verde e Práticas Sustentáveis;

Os alunos foram estimulados em cada aula com textos, vídeos e imagens fazendo a interpretação de leitura de imagens, reflexão sobre a atividade explorada. Trabalhamos com os programas adequados para a faixa etária deles, sempre o tema e as habilidades de informática exploradas. A internet foi e será uma ferramenta importantíssima, sendo utilizada de forma orientada e responsável. Nossas aulas são dinâmicas, participativas e colaborativas de modo a desenvolver as competências e habilidades de cada um. Durante as aulas, foram feitos desenhos com frases de efeito, pesquisas, entrevistas, questionários, construções de cardápios, livro de dicas, receitas e jornal .








segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A importância do PAPEL do Professor!


O papel do professor

 
O papel e a atuação do professor já não é há muito tempo a mesma do passado. Antes ele detinha “todo” conhecimento e depositava nos seus alunos aquilo que havia estudado. Porém, esse estudo era normalmente lido e repassado para eles sem reflexão ou visão crítica dos conteúdos.
Hoje, felizmente, podemos e devemos ensinar nossos alunos a pensar, a questionar e a aprender a ler a nossa realidade, para que possam construir opiniões próprias.
Para que isto ocorra o professor deve, em primeiro lugar, gostar e acreditar naquilo que faz, ou seja, através de seus atos e ações ele servirá de modelo para seus alunos; se ele ensina a refletir ele deve também refletir, se ele ensina a respeitar o próximo ele deve respeitar seus alunos e assim por diante. Deste modo ele está sendo uma prova viva daquilo que está ensinando, pois bem a sua frente existem seres humanos que estão sendo moldados por ele.
O aluno é como se fosse um solo fértil , onde o professor semeia suas melhores sementes para que se produzam belos frutos. A relação professor/aluno deve ser cultivada a cada dia, pois um depende do outro e assim os dois crescem e caminham juntos. E é nessa relação madura que o professor deve ensinar que a aprendizagem não ocorre somente em sala de aula. Se estivermos atentos aprendemos a todo momento e não só na escola com o professor. Assim, o aluno irá desenvolver um espírito pesquisador e interessado pelas coisas que existem; ele desenvolverá uma necessidade por aprender, tornando-se  um ser questionador e crítico da realidade que o circunda. Como diz o filósofo: “O verdadeiro objetivo da Educação não é meramente prover informação, mas o estímulo de uma consciência interna” (Al- Ghazali).
PROFESSORES QUE INSPIRAM, por Dr. Anthony P. Witham
” Professores que inspiram . . .
  • percebem que , em última análise, não irá contar o quanto seus alunos aprenderam , mas o quanto acumularam conhecimento e habilidades que possam ser usadas por toda a vida;
  • despertam o potencial infantil ao invés de reprimi-lo; elogiam o esforço de cada aluno ao invés de ignorá-lo, estimulam ao invés de encobrir a curiosidade da criança;
  • percebem que eles devem respeitar seus alunos, sem impor seus valores pessoais, pois cada um precisa explorar e estabelecer seus valores próprios;
  • ajudam os alunos a descobrir seus dons, porém esses talentos “escondidos” podem ser facilmente dominados se o principal enfoque estiver no texto ou na avaliação, e não na criança;
  • disponibilizam seu tempo espontaneamente e lembram-se de encorajar aqueles que têm mais dificuldades;
  • corrigem os erros do aluno e elevam sua auto-estima ao mesmo tempo;
  • motivam mentes jovens a pensar por eles mesmos , muito mais do que se preocupam com fatos que exijam memorização;
  • percebem que o maior de todos os presentes que eles podem oferecer a seus alunos não é seu talento pessoal ou sua esperteza, mas ajudar cada a um a descobrir e a se apropriar de sua própria esperteza e talento;
  • encorajam mentes a pensar, mãos a criar e corações a amar – professores que exigem muito e que recebem muito;
  • nunca se empenham em explicar sua visão pessoal de mundo, mas simplesmente convidam seus alunos a ficarem ao seu lado para que eles possam ver o mundo por eles mesmos;
  • minimizam as deficiências de seus alunos e realçam seu dom natural. Tais professores nunca forçam um dançarino a cantar nem um cantor a dançar. Eles permitem com que seus alunos acendam sua própria “lâmpada” no momento e da maneira deles;
  • acreditam que a comunicação em sala de aula não melhora  se falada em voz muito alta;
  • acreditam que exemplo não é uma ferramenta de influências para impressionar mentes jovens, e sim a chave para moldar atitudes positivas, valores e hábitos de estudo para os alunos;
  • recordam seus alunos de que ganhar não é tudo na vida, mas ir em busca de seus ideais sim;
  • sabem que o presente mais valioso do mundo não é dinheiro nem livros, mas ter uma vida nobre;
  • não acham que eles têm que estar com seus alunos, eles querem estar com eles. Ensinar não é uma profissão , mas uma escolha que optaram em consideração ao próximo;
  • concordam com Eleanor Roosevelt que disse, “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos”;
  • percebem que na vida de cada aluno existe um espaço esperando ser preenchido pelo professor, que pode comunicar auto confiança, criação de talentos que não foram descobertos e incentivo às atitudes na vida para o seu crescimento;
  • inspiram bons sentimentos nas crianças e na juventude, pois sabem que eles nunca irão conseguir medir o quanto influenciaram na vida de uma criança;
  • acreditam que algum dia seus alunos irão perceber que eu estou lá para ajudá-los a alcançar seus objetivos ou a completar suas tarefas, a melhorar sua auto-imagem e que existem algumas fronteiras que eles não podem alcançar;
  • acreditam no credo: “ensine aquilo que a sua consciência achar certo; ensine aquilo que a sua razão disser que é o melhor; ensine com toda o seu espírito e poder; faça o seu dever e seja abençoado”;
  • acreditam que aprender, fazer e ensinar acontecem quase que ao mesmo momento na vida -elas ocorrem normalmente simultaneamente. A criança que estamos ensinando a ler e a escrever está, ao mesmo tempo, nos ensinando sobre a inocência e a maravilha;
  • tentam garantir a cada criança oportunidades iguais – não se tornar “igual” mas “diferente”, compreender todo potencial do corpo, mente e espírito que ele ou ela possui;
  • optam por alternativas positivas em estabelecer disciplina em sala de aula, ao invés de depender unicamente das formas diversas de punição;
  • encorajam e afirmam para a criança não aquilo que ela é, mas aquilo que ela virá a ser;
  • estão sensíveis por saber o quanto suas palavras e ações podem afetar seus alunos positiva ou negativamente;
  • acreditam que um relacionamento positivo entre aluno e professor se origina através do respeito;
  • suscitam atitudes positivas em sala de aula e criam uma corrente contínua de pensamentos e idéias positivas;
  • são entusiastas, enérgicos e eternamente otimistas em relação à potencialidade de seus alunos;
  • concordam com o pensamento de Grayson Kirk’s que diz: “A função mais importante da educação, em qualquer grau, é desenvolver a personalidade do indivíduo e o significado de sua vida para ele mesmo e para os outros”.

domingo, 21 de julho de 2013

Conheçam a nossa Robótica!

Metodologia Lego

Nas aulas de Robótica, os alunos são estimulados diariamente, aumentando seu potencial criativo, desenvolvendo projetos, habilidades e competências. Em cada aula um tema e uma disciplina são explorados, contextualizando e colocando em prática os assuntos aprendidos em sala de aula.

A Metodologia LEGO, possibilita o desenvolvimento da criatividade, das relações interpessoais, do trabalho em equipe, da ética e cidadania. Nós, professores praticamos ações rotineiras que propiciam aos alunos motivação, memória, raciocínio lógico, linguagem, atenção, percepção, emoção, etc.
O projeto tem por objetivo preparar os alunos para uma nova realidade profissional que valoriza a flexibilidade, a criatividade, a informação, a comunicação, a responsabilidade, o empreendedorismo, a sociabilização e a tecnologia. 


Nossa Belíssima Sala
Resolvem conflitos, montagens, programações e 
desenvolvem habilidades importantes para o mundo competitivo, 
compreendendo assim a função que cada um exerce na equipe.
A cada novo projeto uma qualidade pessoal explorada 
e um novo Conceito Tecnológico compreendido.  
Venham conhecer e fazer parte da nossa TURMA!!!!

 Participação dos alunos, questionamentos, testes e muito mais...


terça-feira, 2 de julho de 2013

Tecendo sobre o perfil do PROFESSOR MEDIADOR

Virou moda chamar todos os professores de “mediadores”, mas uma grande parte não é. Mediar não é o mesmo que interagir, não é o mesmo que ensinar. Mediação é muito mais do que isso. De acordo com Reuven Feuerstein, um dos maiores educadores do mundo, a mediação precisa ter algumas características muito especiais. Sem elas, não é mediação, é apenas uma “interação”. Vejamos as três principais:

1 – Intencionalidade e reciprocidade
O mediador precisa querer ensinar o conteúdo com tal paixão e decisão que fará tudo o que estiver ao seu alcance para explicar da melhor forma possível. Adaptará a linguagem para que a criança com deficiência realmente compreenda. Usará as tecnologias disponíveis na escola para que o conceito se torne claro. Isso tudo chamaremos de intencionalidade, que é a soma do objetivo com as todas as ações possíveis para que o ensino seja realmente de qualidade. Além da intencionalidade do professor, o aluno precisa desejar aprender. Isso se chama reciprocidade. E o mediador usa estratégias adequadas para encantar o aluno desde o princípio, para chamar sua atenção, para conquistar sua vontade de aprender.

2 – Transcendência

Não basta aprender para fazer uma prova. É preciso que se aprenda de tal forma que seja possível aplicar o conceito construído em qualquer outra situação ou contexto. A compreensão do conceito é tal que a criança passa a aplicar o aprendido em sua própria vida e consegue explicar qualquer nova situação em que o conceito esteja presente.

3 – Mediação do significado

Um conceito realmente compreendido se interliga a outros conceitos já construídos pela criança. O mediador precisa ajudar a criança a fazer isso, principalmente uma criança com dificuldades de aprendizagem. Mediar o significado é mostrar aos alunos onde se aplica o conteúdo recém-aprendido, de que forma esse conteúdo aumenta a compreensão sobre outros fatos e como o conceito pode ampliar a compreensão de mundo da criança. Tudo isso é mediar o significado de um conceito. 

Segundo Feuerstein, um mediador sempre considera em suas atitudes essas três características anteriores; no entanto, para que um mediador seja ainda melhor é necessário que inclua outras nove características em sua interação com seus alunos, incluindo as crianças com deficiências. Se as três características estiverem presentes num professor, ele já pode ser considerado um mediador; no entanto, se tal professor apresentar em suas atitudes as outras nove, ele será um mediador ainda melhor.


Os professores precisam receber formação continuada para que possam desenvolver melhor sua metodologia. Sabemos que muitos professores já agem de acordo com as características de mediação aqui defendidas, mas para que possam ser ainda mais eficazes é importante que suas ações sejam conscientes e planejadas, e não apenas fruto do acaso ou de experiências – ainda que bem-sucedidas. Precisamos nos profissionalizar cada vez mais. Precisamos agir com nossos alunos sabendo o que queremos e onde pretendemos levá-los com nossa ajuda, e em especial para com os alunos com deficiências. Sem esses pré-requisitos iremos interagir com eles, mas não saberemos se as vitórias ou fracassos dependeram mais de nós ou das próprias crianças.


Inspirado na obra Mediação da aprendizagem na educação especial, de Gislaine Coimbra Budel e Marcos Meier (Editora IBPEX, 2012).

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br/view/action/visualizarMateria.php?cod=2988 08/02/2013

http://culturamidiaeducacao.blogspot.com/2013/02/o-perfil-do-professor-mediador.html

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O Professor como Mediador no Processo Ensino Aprendizagem


O mundo está mudando e isso está ocorrendo a uma velocidade sem precedentes na evolução histórica da humanidade. A globalização, o surgimento de novas tecnologias, como o avanço das telecomunicações e da informática, contribuem para que ocorra mudanças, também, na Educação. A interação professor - aluno vem se tornando muito mais dinâmica nos últimos anos. 
O professor tem deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para ser mais um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma influência verdadeiramente construtiva.
A Educação deve não apenas formar trabalhadores para as exigências do mercado de trabalho, mas cidadãos críticos capazes de transformar um mercado de exploração em um mercado que valorize uma mercadoria cada vez mais importante: o conhecimento. Dentro deste contexto, é imprescindível proporcionar aos educandos uma compreensão racional do mundo que o cerca, levando-os a um posicionamento de vida isento de preconceitos ou superstições e a uma postura mais adequada em relação a sua participação como indivíduo na sociedade em que vive e do ambiente que ocupa.

O desafio de contribuir com a educação do jovem e do cidadão, num momento de mudanças e incertezas e a necessidade de resgatar valores tão importantes condizentes com a sociedade contemporânea leva o professor a entender que deverá exercer um novo papel, de acordo com os princípios de ensino-aprendizagem adotados, como saber lidar com os erros, estimular a aprendizagem, ajudar os alunos a se organizarem, educar através do ensino, entre outros.
O aluno precisa adquirir habilidades como fazer consultas em livros, entender o que lê, tomar notas, fazer síntese, redigir conclusões, interpretar gráficos e dados, realizar experiências e discutir os resultados obtidos e, ainda, usar instrumentos de medida quando necessário, bem como compreender as relações que existem entre os problemas atuais e o desenvolvimento científico. Isso só será possível, a partir do momento que o professor assumir o seu papel de mediador do processo ensino-aprendizagem, favorecendo a postura reflexiva e investigativa. Desta maneira ele irá colaborar para a construção da autonomia de pensamento e de ação, ampliando a possibilidade de participação social e desenvolvimento mental, capacitando os alunos a exercerem o seu papel de cidadão do mundo.

O modo de entender e agir que nos possibilita não nos deixarmos abater pela adversidade e, até mesmo, de utilizá-la para crescer. Uma das causas do fracasso do ensino é que tradicionalmente, a prática mais comum era aquela em que o professor apresentava o conteúdo partindo de definições, exemplos, demonstração de propriedades, seguidos de exercícios de aprendizagem, fixação e aplicação, pressupondo-se que o aluno aprendia pela reprodução. Considerava-se que uma reprodução correta era evidência de que ocorrera a aprendizagem. Essa prática mostrou-se ineficaz, pois a reprodução correta poderia ser apenas uma simples indicação de que o aluno aprendeu a reproduzir, mas não aprendeu o conteúdo. É necessário saber para ensinar. O professor deve se mostrar competente na sua área de atuação, demonstrando domínio na ciência que se propõe a lecionar, pois do contrário, irá apenas "despejar" os conteúdos "decorados" sobre os alunos, sem lhes dar oportunidade de questionamentos e criticidade.

Adequar a metodologia e os recursos audiovisuais de forma que haja a comunicação com os alunos, é também, uma forma de fazer da aula um momento propício à aprendizagem.
É importantíssimo que o professor tenha, também, competência humana, para que possa valorizar e estimular os alunos, a cada momento do processo ensino-aprendizagem. A motivação é imprescindível para o desenvolvimento do indivíduo, pois bons resultados de aprendizagem só serão possíveis à medida que o professor proporcionar um ambiente de trabalho que estimule o aluno a criar, comparar, discutir, rever, perguntar e ampliar idéias.

Dentro das competências: científica, técnica, humana e política desenvolvidas pelo professor, é essencial propiciar aos alunos condições para o desenvolvimento da capacidade de pensar crítica e logicamente, fornecendo-lhes meios para a resolução dos problemas inerentes aos conteúdos trabalhados interligados ao seu cotidiano, fazendo com que ele compreenda que o estudo é mais do que mera memorização de conceitos e termos científicos transmitidos pelo professor ou encontrados em livros.

É um trabalho em que raciocínio e criatividade são recompensados.

É indispensável dar mais ênfase à aprendizagem do que aos programas e provas como é prática comum em nossas escolas, pois no processo de ensino e aprendizagem, conceitos, idéias e métodos devem ser abordados mediante a exploração de problemas, desenvolvendo competências para a interpretação e resolução dos mesmos. E esta resolução não é um exercício em que o aluno aplica, de forma quase mecânica, uma fórmula ou um processo operatório, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se pode aprender conceitos, procedimentos e atitudes. Para que ocorram essas transformações, tão necessárias, é preciso que o professor demonstre profissionalismo, ética e, acima de tudo, compromisso com o sucesso dos alunos. O compromisso de conduzi-los ao aprendizado. É o desafio para todos os que estão envolvidos em Educação.
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Elenir Souza Santos
Revista Gestão Universitária, Edição 40