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terça-feira, 9 de julho de 2013

O computador associado às ferramentas online como recurso didático

FAMA - FACULDADE AMADEUS
NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO - NUPPE

Interação de Mídias na Prática Pedagógica
Professora: Rosemeire Marcedo
Autores: Danielle de Souza e Wecsley Oliveira

  APRESENTAÇÃO
Atualmente, percebemos uma modernização em todos os segmentos da sociedade, é comum a representação de empresas em redes sociais com suas “fã-pages”. Possuir um site que promova a interação com o cliente é algo tão corriqueiro que percebemos com espanto os casos de empresas que fogem essa “regra”.
A escola, mais do que nunca, deve atentar-se à inserção, e porque não dizer, a fixação da imagem no crescente cyber espaço. Ela deve acompanhar com coerência e acima de tudo responsabilidade, a modernização do pensar e agir dos seus alunos. Buscando interação com as novas linguagens para que haja um aprendizado contemporâneo, eficiente e completo.
Cabe a nós professores elaborar nossas aulas e planejamento com temas pertinentes ao aprendizado deles, buscando sempre a participação de todos, opinando, criticando, sendo ativos para perceber o mundo a sua volta. Por isso, acreditamos na importância de se trabalhar com projetos.
O uso das tecnologias de informação e comunicação na definição e desenvolvimento do projeto político-pedagógico da escola permite: registrar e atualizar instantaneamente a sua documentação; criar um sistema de acompanhamento e participação da comunidade interna e externa à escola por meio de redes virtuais de interação e colaboração; definir metodologias de avaliação adequadas e compatíveis com critérios democráticos e participativos; trocar informações e experiências com a comunidade, identificando os talentos e potencialidades que possam contribuir com a evolução conjunta de problemáticas tanto da escola como da comunidade; discutir e tomar decisões compartilhadas.

JUSTIFICATIVA
A proposta deste tema é ressaltar a convergência das mídias e tecnologias de comunicação e informação. O comportamento da sociedade está em crescente mudança, até os pequenos hábitos do cotidiano estão sendo influenciados pelo advento das novas tecnologias de comunicação e informação. Fazer compras e conversar com amigos atualmente é possível de acontecer com irrelevância ao aspecto geográfico e temporal.
Na educação, esta mudança também é notória, a busca pela interação através de atividades dinâmicas e online é uma constante. Para se manter atualizada a escola precisa de profissionais capacitados que gerenciem as mídias digitais a favor do fluxo de informação entre o aluno, a instituição e comunidade.
Trabalhar com projetos é um desafio, pois as escolas, educadores, alunos, funcionários, pais e comunidade tem que se engajar, quebrando paradigmas, vencendo os conflitos, ambiguidades e inquietações, no qual o aprender e a razão, o individual e o grupal, o local e o global, podem unir-se ao prazer, à imaginação, à utopia, ao sonho, às artes e à tecnologia.
Com os recursos que o computador e a internet possibilitam, este tema fará emergir esta problemática buscando soluções para envolver o aluno no desenvolvimento de atividades que tenham como principais características a socialização, interação e disseminação da informação. A mídia, principal veículo de transmissão de informações, se torna neste caso um importante coadjuvante na pesquisa e desenvolvimento do tema abordado.
O projeto de atuação do professor, ou projeto de ensino, está diretamente relacionado à teoria de aprendizagem, à teoria de escola, ao desenvolvimento pessoal e profissional dos sujeitos, assim como à concepção de conhecimento (GARCIA, 1995, p. 69). Trata-se de um projeto aberto, dinâmico e evolutivo cuja característica básica é a intencionalidade de propiciar aos alunos a aprendizagem significativa.

DEFINIÇÃO DO PROBLEMA
O avanço das tecnologias de Informação e comunicação é evidente, podemos constatar esse acontecimento na presença dessas tecnologias em ações corriqueiras do nosso cotidiano como fazer compras, assistir filme no cinema ou simplesmente se comunicar com outra pessoa. O excesso de informação ao qual somos expostos é tamanho que alguns conteúdos passam despercebidos. Entretanto, as crianças atuais, imersas nessa realidade tecnológica e comunicacional, são capazes de desenvolver várias atividades ao mesmo tempo.
É comum vermos uma criança estudando e ao mesmo tempo ouvindo música, assistindo TV ou respondendo aos colegas nos comunicadores instantâneos. Todavia, esse comportamento acaba por desenvolver o individualismo e as falhas na comunicação interpessoal, condições contrárias ao indivíduo apto a viver em sociedade e capacitado ao ingresso no mercado de trabalho.
Diante desse contexto, o uso das novas tecnologias como recurso auxiliar de aprendizado torna-se um aliado poderoso, posto o interesse nato dessa geração pelos aparatos eletrônicos. Cabe ao professor, desenvolver métodos que evidenciem o trabalho em grupo de forma contextualizada com a realidade e enfatizada pela experimentação.

DEFINIÇÃO DO PÚBLICO-ALVO
Alunos do Ensino Fundamental- 4ºs e 5ºs anos.
OBJETIVOS
Geral
·         Explorar o uso das tecnologias online, utilizando o cyber-espaço para promover interação entre alunos, pais e a escola.

Específicos
·         Reduzir o consumo de materiais como papel, tinta de impressora.
·         Melhorar o desempenho dos alunos na apresentação da culminância.
·         Dinamizar a aplicação dos conteúdos nos Laboratórios de Educação Tecnológica.
·         Manter um registro on-line do trabalho desenvolvido no núcleo de Educação Tecnológica.
·         Trabalhar com o tema: Bulling e Cyberbulling;
·         Utilizar diferentes mídias para a realização do trabalho, de modo a orientar o uso adequado das mesmas;
·         Conceituar, historiar, explanar os temas trabalhados através dos recursos na escola;

MÍDIAS UTILIZADAS
  • Computador
  • Internet
  • Televisão
  • Vídeos
  • Softwares
  • Rádio
METODOLOGIA
A metodologia deve ser baseada nos quatro pilares da educação aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser, evidenciando qualidades pessoas pertinentes ao desenvolvimento do trabalho em equipe, tais como: cooperação, colaboração, empatia, persuasão, dentre outras.
As etapas para o desenvolvimento do projeto são contextualização, construção, análise e continuação.
Contextualização: O professor fará a mediação do conteúdo norteando entre o conteúdo teórico e o prático, mostrando a importância dos temas a serem explorados, a importância da participação e envolvimento de todos. Nesse primeiro momento é imprescindível a atuação do professor, deixar bem claro os objetivos, a proposta. Os alunos sentirão motivados a pesquisar informações, formarão grupos de trabalho e definição dos papéis para o trabalho.
Construção: Compreende a fase de “colocar a mão na massa”, definido o tema, mídias utilizadas, eles entram em campo para juntos solucionarem o problema. O que é o Bullyng? E o Cyberbulling? Como minimizar a prática destes em nosso ambiente escolar e comunidade?
Análise: compreensão da pesquisa, bem como, o seu desempenho.
Continuação: compreende a fase da experimentação com a finalidade de solucionar o problema proposto pelo professor. É nessa fase que acontece a maior parte da acomodação do conhecimento.

Critérios de Avaliação
Cada professor é responsável por observar o envolvimento e interesse dos alunos nas diversas fases do processo de aprendizagem e participação nas diversas fases do projeto;

Socialização da pesquisa
Criar mecanismos de divulgação do trabalho, da pesquisa com os alunos, pais, comunidade, amigos tanto dentro da escola, na comunidade, como virtualmente, nas redes sociais, blogs, fóruns, grupos.
Recursos(utilizando o laboratório de informática, multimeios)
·         Laboratório de informática com conexão à internet (1 computador para dois alunos);
·         Projetor conectado ao computador do professor (ou TV de grande porte).


Ferramentas Tecnológicas Online(se direcionar o projeto/pesquisa numa realidade que aborde esses recursos)
*utilizar as ferramentas online se na escola tiver condições, senão tiver esse projeto pode adequar-se normalmente a realidade sem internet, utilizando a mídia impressa, jornal,livros, revistas, rádio, televisão,etc)
As ferramentas listadas estão disponíveis gratuitamente na internet. São tecnologias de armazenamento e compartilhamento de informações online que darão suporte ao desenvolvimento das atividades dos alunos.

Blog:
Consiste num site de fácil e rápida atualização. Estas atualizações são chamadas de artigos, posts ou postagens. São organizados em ordem cronológica inversa podendo ser de responsabilidade de vários autores. O blog é uma importante ferramenta de feedback, pois através dos comentários, possíveis nas postagens, podemos ter um retorno externo do conteúdo exibido. No blog também é possível publicar enquetes, outra ferramenta eficiente para avaliar opiniões.
As facilidades no uso de blog abrangem também o item padronização e design, através de esquemas previamente estabelecidos ou ainda, a possibilidade de personalização dos itens apresentados.

Picasa - Álbum virtual
Serviço gratuito para armazenamento e compartilhamento de fotos. Tais fotos podem ser utilizadas nas postagens dos blogs.

Prezi
Programa na modalidade cloud utilizado para a criação de apresentações de forma não linear. Através do código embed é possível publicar as apresntações Prezi no blog.

Slideshare
Site de compartilhamento de apresentações de slides ou arquivos em pdf. Assim como o Prezi, gera um código embed que possibilita a postagem no blog.

Youtube
Site de compartilhamento de vídeo que também gera código embed para publicação no blog.

Referências

ALMEIDA, M. E. B.Gestão de tecnologias, mídias e recursos na escola: o compartilhar de significados. Em Aberto, Brasília, v. 22, n. 79, p. 75-89, jan. 2009. Disponível em: http://www.emaberto.inep.gov.br/index.php/emaberto/article/view/1435/1170. Acesso em: 10 de junho de 2013.





EXEMPLO DE UM PROJETO
Tema: Cyberbulling-Como minimizar a prática em nosso ambiente escolar e comunidade?

 Pesquisa sobre o tema na internet:(para contextualizar)

 Perigos na Internet

O bullying é um termo em inglês que define um padrão repetitivo de comportamentos agressivos, que visam prejudicar uma pessoa ou um grupo. Pode acontecer em qualquer lugar: na escola, no playground do condomínio, na torcida do futebol etc. Ameaças, agressões físicas ou verbais, intimidações e humilhações são exemplos de bullying.

Em geral, são alvos do bullying aquelas pessoas (crianças ou não) que se destacam por algum motivo - estão acima ou abaixo do peso, têm alguma deficiência física, são muito tímidas, muito inteligentes, "nerds" etc.

O agressor pode agredir por vários motivos. Pode não ter a capacidade da empatia, pode ser alguém querendo se destacar em seu grupo, ou até alguém que se sente incomodado por uma característica em particular da vítima.

É importante ressaltar que a vítima de hoje pode ser o agressor de amanhã e vice-versa. Não há regras, mas o bullying acontece com mais frequência entre crianças e adolescentes.

Na internet, o problema é intensificado pela rapidez com que as agressões se espalham através da rede por meio de e-mails, redes sociais, blogs, vídeos e mensagens via celular. O bullying praticado pela web é chamado cyberbullying. Na web, a minoridade penal e o suposto anonimato (com o uso de perfis falsos) contribuem para a sensação de impunidade do agressor e podem fazê-lo ser ainda mais cruel do que no bullying, onde agressor e vítima estão frente à frente.

Tanto o bullying quanto o cyberbullying são problemas muito sérios e não devem ser ignorados. A agressão pela web pode surgir de qualquer lado, a qualquer hora. Uma vez na internet, o conteúdo ganha vida própria e pode nunca mais desaparecer por completo. Um caso famoso de cyberbullying foi o da jovem americana Megan Meier, de 13 anos, que cometeu suicídio em 2006 depois de receber uma série de mensagens cruéis em sua página no MySpace.
4)      Justificativa:
Os meios virtuais estão se tornando alvo de práticas para disseminar difamações e calúnias nas comunidades, e-mails, torpedos, blogs, rede sociais.E, aproveitando a mídia que os alunos utilizam hoje, o computador e celular é que achamos pertinente falar sobre esse tema, importante nos dias atuais.

5)      Objetivos:
 O objetivo é defender e tornar mais segura a utilização das denominadas Tecnologias da Comunicação e Informação.
  • Definir e conceituar o Bullyng e o Cyber Bullyng;
  • Fatos e dados alarmantes sobre o Bullyng e o Cyber Bullyng;
  • Apresentar vídeos falando sobre a temática;
  • Ouvir os alunos sobre a temática e citar exemplos;
  • Dividir a sala em grupo;
  • Promover o uso de várias mídias para a pesquisa;
  • Ao término do trabalho observar se o trabalho foi significativo para os alunos. 
6)      Conteúdos envolvidos:
·          Linguagem oral;
·         Linguagem escrita;
·         Leitura e produção de textos;
·         Valores, ética, tecnologia da comunicação e informação;
·         Trabalho cooperativo e respeito às decisões do grupo;
·         Criação de blogs;
·         Criação de grupos no facebook;
·         Criar um elo na redes, aproximando assim os alunos, pais e professores;
7)      Questionamentos:
Será que uso a Internet com segurança?
Como eu utilizo a internet? Ela está sendo útil para a minha vida?
Será que meus amigos estão seguros quando usam a Internet?
O que preciso saber para evitar sofrer algum dano na Internet?
O que são os Cyber crimes? Como posso me proteger?
O que é Cyber bullying? É crime?
Usar Internet na rua, cyber café, lan house é mais perigoso do que em outros lugares?
O que posso fazer para proteger minha privacidade ao usar a rede social?
Quais cuidados devem tomar?
8)      Ações:
Criar aulas, reuniões, palestras com foco no assunto abordado com os alunos, dando vez e voz aos alunos para eles entenderem e participarem ativamente.

  






quarta-feira, 5 de junho de 2013

Vamos fazer uso da Informática ajudando a natureza?

Dicas de como utilizar o computador sem prejudicar o Meio Ambiente!
Lendo e pesquisando, achei essa matéria muito interessante, vale a pena ler e fazer...

Computador Ecologicamente Correto
Calma, não se assuste! Você não precisará trocar de máquina para ter um computador que poupe o seu bolso e o meio ambiente. Algumas medidas bastante simples podem ajudá-lo a gastar menos e, de quebra, conservar o planeta.Com certeza as famílias agradecerão!!!

Seguem aqui, algumas dicas da Symantec:
  • Segundo a Energy Star, órgão governamental americano que atua na área ambiental, utilizar o “modo de hibernação” do seu computador, poderá ajudá-lo a economizar em torno de 900kw/hora ao ano no consumo de energia elétrica. Esta quantidade seria suficiente para alimentar uma casa média durante trinta dias.
  • Ao deixar suas atividades no computador por um período prolongado, desligue-o da tomada, incluindo, também, as impressoras, monitores e outros dispositivos que não estiverem em uso.
  • Configure as opções de gerenciamento de energia de modo que após um determinado tempo de inatividade, o computador desligue os discos rígidos e o monitor.
  • Diminuir o brilho da tela também é eficaz para produzir economia de energia.
  • Se você ainda usa um monitor CRT (tubo de raios catódicos), ao adquirir um novo, prefira um modelo LCD certificado pela Energy Star. Eles chegam a utilizar até 2/3 menos de energia que um CRT das mesmas dimensões. Isso pode levar a uma economia que varia entre US$10,00 a US$ 30,00 a cada ano.
  • Os chamados “protetores de tela” são muito bonitinhos, mas desperdiçam energia. Configure seu computador para que o desative após 10 minutos de exibição e desligue o monitor.
  • Se o seu computador está muito lento, procure otimizar o seu funcionamento, fazendo manutenções periódicas, como limpeza de disco e registro, desfragmentação do HD utilizando programas adequados para isso. Quanto mais rápido ele funcionar, menos tempo precisará ficar ligado!
  • Use a impressora com parcimônia. Além de economizar a tinta ou o toner, você economizará papel. Nem tudo precisa ser impresso, só utilize este recurso quando for realmente necessário. Assim você também diminuirá a quantidade de papéis entupindo suas gavetas, além de ajudar a preservar as florestas. Eu procuro usar papel reciclado nas minhas impressões, sempre que possível aproveito as duas faces da folha e, quando não preciso mais de um documento impresso, aproveito espaços em branco para fazer blocos de rascunho. Depois de utilizar de todas as maneiras possíveis a folha, eu a descarto, encaminhando para a coleta seletiva de lixo.
  • As impressoras laser consomem muito mais energia que as jato de tinta ou matriciais. Elas precisam se aquecer para fazer a secagem do toner ao finalizar a impressão. Portanto, se o seu uso não é contínuo, mantenha-a desligada até o momento em que for realmente utilizá-la.
  • Os cartuchos de toner ou de tinta usados nas impressoras também podem ser reutilizados. As empresas especializadas na remanufatura deste tipo de material costumam comprar os vazios para serem recarregados e revendidos. É só fazer uma busca no Google para encontrar centenas de empresas que trabalham nessa área.
  • Se as suas necessidades não demandarem o uso de um super-computador, ao adquirir a próxima máquina, prefira o notebook ao desktop. Os portáteis consomem menos energia que os de mesa (quando ligados utilizam entre 14 a 25 watts) e ainda podem ser transportados para qualquer lugar.
  • Se o seu computador não lhe serve mais, não o jogue no lixo comum. Em sua composição são utilizados produtos químicos e metais pesados que podem provocar uma série de problemas de saúde (inclusive o câncer) ao contaminar os aterros sanitários e lixões. Existem empresas especializadas na coleta de sucata eletrônica. Para saber onde encontrá-las leia o artigo “Coleta De Sucata Eletrônica”, publicado aqui no blog. Caso ele ainda funcione, você poderá doá-lo a instituições filantrópicas que lhe darão um destino nobre. Um exemplo é o Exército de Salvação, que aceita doações de equipamentos de informática e as retira em sua casa ou escritório.
  • Existe também a alternativa de se comprar um computador ou periférico (impressora, scanner, etc.) recondicionados. Custam menos e não causam impacto ao meio ambiente.
São sugestões simples que, depois de implementadas, podem trazer economia e contribuir para a causa ambiental.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Atalhos no Teclado

Segue um ótimo tutorial sobre atalhos que temos nos teclados para facilitar abertura de programas, aplicativos e ferramentas no S.O Windows.

Windows
WIN = Abre o menu Iniciar. Use as setas para navegar nas opções, e dê ENTER para abrir um item.
WIN + D = Mostrar área de trabalho.
WIN + M = Minimizar tudo.
SHIFT + WIN + M = Desminimizar tudo.
WIN + R = Executar.
WIN + E = Abre o Windows Explorer.
WIN + PAUSE BREAK = Propriedades do sistema.
WIN + F = Pesquisar arquivos ou pastas.
WIN + U = Gerenciador de utilitários.
WIN + L = Bloquear computador ou trocar de usuário, sem fazer logoff.
CTRL + ESC = Abre o menu Iniciar.
CTRL + ALT + DEL = Gerenciador de tarefas, permite fechar programas travados. No Windows NT/2000/XP/Vista etc. pode abrir a janela “Segurança do Windows”, com opções para trocar senha, fazer logoff ou abrir o gerenciador de tarefas.
CTRL + SHIFT + ESC = Gerenciador de tarefas (com a vantagem de abri-lo direto, e não a tela de segurança, em algumas versões de Windows).
ALT + LETRA SUBLINHADA DE MENUS OU BOTÕES = Acessa o menu ou botão. Use as setas de direção do teclado para se mover, ENTER para confirmar ou a barra de espaços para marcar ou desmarcar as caixinhas de marcação.
ALT + TAB = Alterna as janelas abertas. Segure ALT e vá teclando TAB até selecionar a janela desejada, e então solte tudo.
SHIFT + ALT + TAB = Alterna as janelas abertas, só que selecionando as anteriores, e não as próximas. Ao usar o ALT + TAB, você pode teclar ou soltar SHIFT quando precisar.
ALT + ESC = Alterna diretamente para a janela anterior na barra de tarefas.
CTRL + TAB = Alterna as guias (abas) das janelas que tem abas, avançando, e em alguns programas, alterna os documentos abertos.
SHIFT + CTRL + TAB = Alterna as guias, voltando para as anteriores, em vez de avançar.
ALT + F4 = Fecha a janela ativa. Se nenhuma janela estiver aberta, abre a caixa de diálogo “Desligar o computador”.
ALT + ESPAÇO = Abre o menu de controle da janela ativa (= clicar na barra de título com o botão direito do mouse ou, mais precisamente, clicar no ícone que fica à esquerda, na barra de título dos programas). Dica: use para maximizar, minimizar ou restaurar janelas pelo teclado.
F10 = Seleciona os menus do programa atual. Use as setas de direção do teclado para se mover por eles.
SHIFT + F10 = Corresponde a clicar com o botão direito no objeto selecionado ou em foco. Use as setas para escolher um item do menu, e ENTER para “clicá-lo”. Pode-se usar diretamente a tecla que tem um menu com uma setinha, é a chama “tecla de atalho de aplicativo”, que normalmente fica entre as teclas WIN DIREITA e CTRL de alguns teclados.
PRINT SCREEN = Copia uma imagem da tela atual para a área de transferência. Basta colar no seu programa gráfico preferido (pode ser o Paint), ou num editor que aceite imagens (como o Word). Ideal para pegar ilustrações de tela sem precisar de programas de terceiros.
ALT + PRINT SCREEN = Copia uma imagem apenas da janela ativa, e não da tela inteira (janela ativa é a janela que está em primeiro plano).

Windows Explorer
Confira mais abaixo as dicas de seleção de textos, muitas valem para o trabalho com arquivos e pastas também
F3 = Pesquisar arquivos na pasta atual.
F4 = Abre a listinha da barra de endereços.
F5 = Atualiza a janela atual.
F6 = Seleciona o texto da barra de endereços.
F11 = Abre a página em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal.
CTRL + H = Abre a lista do histórico.
CTRL + I = Abre a lista dos favoritos.
BACKSPACE = Abrir a pasta pai (acima).

Cópia e seleção de textos ou arquivos
CTRL + C = Copiar seleção.
CTRL + V = Colar.
CTRL + X = Recortar (mover).
CTRL + A = Selecionar tudo do campo atual.
CTRL + Z = Desfaz a última ação de edição, se possível. Cuidado ao usar no Windows Explorer, pois pode desrenomear uma pasta que acabou de ser renomeada, apagar arquivos que foram copiados ou mover de volta arquivos que foram movidos.

Textos em diversos programas
Muitos valem para arquivos no Windows Explorer também
SETA ESQUERDA = Coloca o cursor um caractere anterior.
SETA DIREITA = Coloca o cursor um caractere depois.
SETA ACIMA = Vai para a linha de cima, na mesma coluna.
SETA ABIXO = Vai para a linha de baixo, na mesma coluna.
SHIFT + SETA ESQUERDA = Vai selecionando à esquerda do cursor. Segurando SHIFT, vá teclando a SETA ESQUERDA.
SHIFT + SETA DIREITA = Idem anterior, seleciona à direita do cursor. Segure SHIFT e vá teclando SETA DIREITA.
SHIFT + SETA ACIMA = Seleciona o texto compreendido entre a linha atual e a linha acima, na mesma coluna. Segure SHIFT e vá teclando SETA ACIMA para selecionar mais linhas para cima.
SHIFT + SETA ABAIXO = Idem anterior, seleciona linhas para baixo.
HOME = Coloca o cursor no começo da linha.
END = Coloca o cursor no final da linha.
SHIFT + HOME = Seleciona do cursor até o início da linha.
SHIFT + END = Seleciona do cursor até o fim da linha.
PAGE UP = Rola uma tela acima.
PAGE DOWN = Rola uma tela abaixo.
INSERT = Alterna entre inserir ou substituir caracteres ao digitar.
DELETE = Exclui caracteres à direita do cursor.
BACKSPACE = Exclui caracteres à esquerda do cursor.
SHIFT + TECLA = Coloca o símbolo secundário da tecla. No caso das letras, alterna para caixa alta (maiúsculas).
ALT DIREITA + TECLA = Coloca o símbolo terciário da tecla (nas que possuem três símbolos impressos na tecla).
CAPS LOCK = Alterna maiúsculas e minúsculas ao digitar.

Internet Explorer
BACKSPACE = Voltar (desde que nenhum campo de edição tenha o foco).
SHIFT + BACKSPACE = Avançar (desde que nenhum campo de edição tenha o foco).
ALT + HOME = Abre a página inicial.
F3 = Pesquisar na web (não recomendado, prefisa usar seu site de busca favorito).
F4 = Mostra a listinha da barra de endereços.
F5 = Atualiza (recarrega) a página.
F6 = Seleciona a barra de endereços.
F11 = Abre a página em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal. Dica: mesmo navegando em tela cheia, você pode teclar WIN para abrir o menu Iniciar ou usar o ALT+TAB para alternar entre as janelas abertas.
CTRL + F = Pesquisar texto na página atual (é bom clicar logo no comecinho da página antes de dar CTRL+F, para deixar o cursor bem no início e então pesquisar a partir dali).
CTRL + D = Adiciona a página atual nos favoritos.
TAB = Avança de link em link ou de objeto em objeto na página. Tecle a barra de espaço para selecioar se for um campo de marcação, ou tecle ENTER para abrir, se for um botão ou link. O objeto ativo ficará cercado por um retângulo tracejado, para que você possa identificá-lo.
SHIFT + TAB = A mesma coisa do TAB, só que em direção oposta. Ideal para voltar para links atrás ou quando você “passar” do ponto com o TAB.
CTRL + H = Abre a lista de histórico, à esquerda.
CTRL + I = Abre a lista dos favoritos, à esquerda.
CTRL + O = Abrir arquivo, site ou uma URL qualquer.
SHIFT + CLIQUE NUM LINK = Abre o link em nova janela, mantendo a atual aberta. A mesma coisa de clicar no link com o direito e escolher “Abrir em nova janela”.
HOME = Vai para o topo da página.
END = Vai para o fim da página.
ESPAÇO = Rola a tela para baixo.
SHIFT + ESPAÇO = Rola a tela para cima.
SETAS DE DIREÇÃO = Rolam a tela, para a direção da seta teclada (acima, abaixo, à esquerda e à direita).
PAGE UP = Rola a tela para cima
PAGE DOWN = Rola a tela para baixo.

Novos, do Internet Explorer 7 (com abas)
CTRL + clique = Abrir link em nova aba, sem trazê-la para frente.
CTRL + SHIFT + clique = Abrir link em nova aba, trazendo-a para a frente.
CTRL + T = Nova aba.
ALT + ENTER = Nova aba com a URL da barra de endereços (se ela estiver focada).
ALT + ENTER = Nova aba para pesquisar o texto do campo de busca (se ele estiver focado).
CTRL + Q = Ver miniaturas das abas. Clique na miniatura para ativar a aba correspondente.
CTRL + TAB e CTRL + SHIFT + TAB = Alternar entre as abas (respectivamente, para frente e para trás).
CTRL + n, onde “n” é um número de 1 a 8 = Alterna para a aba na “nª” posição.
CTRL + 9 = Alterna para a última aba usada.
CTRL + W = Fecha a aba atual.
ALT + F4 = Fecha todas as abas (e a janela do navegador).
CTRL + ALT + F4 = Fecha todas as outras abas, menos a atual.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

TIC's na Educação: começa com a organização do trabalho Pedagógico!

O texto abaixo foi escrito por Biarates no Amazonas em seu Blog, no dia 7 de dezembro de 2010. Achei muito interessante e muito pertinente com relação a nossa atualidade. Precisamos dá uma educação de qualidade às crianças e jovens atualmente! Temos que agir e acompanhar todas as evoluções, formando e preparando cidadãos, pessoas pensantes e desenvolvidas!!!

TIC's na Educação, um novo caminho na aprendizagem.                                                                                                                             

O nosso país (Brasil) necessita urgentemente melhorar a aptidão assim como qualificar os educadores no fazer uso das tecnologias de informação e comunicação “TIC’s” na educação.

Muitos de nossos colegas educadores quando se dispõem a usar os recursos tecnológicos, geralmente não utilizam ou não sabem explorar as linguagens próprias das mídias. Eles acreditam que as produções das tecnologias trazem o lúdico, mas não manuseiam ou não sabem manusear este recurso em sala de aula, pois teimam em permanecer com o velho paradigma de que a escola não é lugar para se desenvolver a sensibilidade ou explanar assuntos que não estão relacionados dentro do programa da matéria.

Nossos educadores estão sempre “com pressa” ou “sem tempo”, correndo constantemente atrás do tempo perdido, tentando encaixar mídias, projetos, lúdico, dentro do currículo escolar. Além disso, ainda têm que lidar com suas inseguranças e falta de conhecimento das novas tecnologias.

O uso adequado das tecnologias no ambiente escolar requer cuidado e atenção por parte do educador, para avaliar o que vai ser usado e reconhecer o que pode ou não ser útil, para facilitar a aprendizagem de seus alunos tornando-os críticos, cooperativos, criativos e pensantes. por tanto o professor não pode se excluir diante das tecnologias que estão surgindo.

Principalmente no que diz respeito ao computador, o professor teme ser substituído pela máquina, mexer nela ou quebrar alguma coisa, saber menos que seu aluno e com isso perder sua autoridade. Por isso, poucos são os professores que embarcam na aventura virtual em suas aulas. Os cursos de formação de professores não lidam com a tecnologia.

O Estado do Amazonas, está levando aos educadores dos interiores a formação em mídias na educação para que o mesmo efetue a prática da Informática na Educação e que suas aulas se tornem mais criativas, dinâmicas, motivadoras e inclusivas utilizando-se dos softwares educacionais trabalhando assim o desenvolvimento de inúmeras habilidades que irão favorecer o processo de aprendizagem e que farão descobrir um mundo cheio de possibilidades.

A escola e o professor de hoje, não pode cair no comodismo fazendo uso dessa tecnologias para "enfeitar" as aulas, sem que possa haver avanço na aprendizagem do aluno, cabe ao professor buscar cada vez mais, procurar conhecer todas as possibilidades oferecidas pela tecnologia que o auxilie a desenvolver um ensino e uma aprendizagem em que a criatividade e a interação sejam parceiras, e por fim uma gestão de qualidade visando valores que inspirem a todos á trabalharem em prol de uma escola produtiva.

As mudanças nas escolas só irão acontecer de fato se houver uma organização do trabalho pedagógico manada por um corpo técnico com a influência do gestor e coordenador pedagógico trabalhando em conjunto com o corpo docente avaliando e reconstruindo seus projetos, planejamentos e planos. 
por Biarates

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Crianças X computadores: benefícios e males da era tecnológica


Manter as crianças longe do computador ou ensiná-las desde cedo? Especialistas debatem o dilema entre educação e proibição.


Antigamente não tinha choro nem vela: a brincadeira fora ou dentro de casa consistia basicamente de atividades com bolas, bonecos, carrinhos e jogos como esconde-esconde. Hoje, são poucas as crianças que nunca pediram para mexer no celular da mãe ou não tentaram descobrir o que havia de tão interessante na tela do computador do pai. Mas até que ponto permitir o envolvimento com estes eletrônicos é benéfico aos filhos? Para Valdemar Setzer, professor aposentado do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da USP (Universidade de São Paulo), não há o que discutir: até que eles cheguem aos 17 anos, passatempos tecnológicos deveriam estar fora de questão.

“Tanto o computador como todos os outros meios eletrônicos exigem uma enorme autodisciplina e um enorme autocontrole, coisa que as crianças e jovens não possuem”, afirma o especialista, também autor do livro “Meios Eletrônicos e a Educação: Uma Visão Alternativa” (Editora Escrituras). Segundo Setzer, as crianças ainda estão desenvolvendo a capacidade de discernir o que é verdadeiro ou falso, bom ou mau, e colocá-las diante de uma tela cheia de possibilidades e informações é uma porta aberta para diferentes perigos. Mas nem todos os especialistas são tão radicais. Tadeu Terra, professor e Diretor Editorial de Mídia Digital do COC, escola pioneira no uso de computadores em salas de aula, defende que o papel dos pais é ser guia e mediador na relação com a tecnologia, e não proibidor –  até porque, segundo ele, as crianças terão contato com celulares, computadores e com a internet quer os pais permitam, quer não.

Para Setzer, o tipo de pensamento estimulado pelo computador é excessivamente exato e restrito para uma criança. “Ele prejudica a capacidade de pensar e imaginar delas, mostrando que o uso frequente do computador é um dos fatores para a piora do rendimento escolar, por exemplo”.

Criatividade em falta?
 


“Qualquer atividade virtual é irreal e se apresentam figuras e desenhos, não há a imaginação. Porque usar o computador se há jogos que podem ser jogados com as mãos?”, questiona Setzer. Ao contrário dele, Tadeu Terra não vê o universo virtual como tamanha ameaça às crianças. “Os jogos físicos e virtuais podem ser equivalentes: a questão está na proposta do jogo, e não no meio utilizado”, diz. Segundo ele, os pais devem pensar primeiro em quais habilidades a criança está desenvolvendo.

O pediatra antroposófico Antonio Carlos de Souza Aranha concorda com a questão levantada por Setzer. “É importante que a criança desenvolva primeiramente a criatividade e o raciocínio para depois utilizar os meios eletrônicos livremente, sem se tornar dependente da tecnologia”, acredita. As festas infantis atuais exemplificam bem o que ele quer dizer: enquanto hoje costuma haver a necessidade de um ambiente temático, além de um profissional para animar a festa de aniversário do filho, antigamente só era necessário deixar as crianças no quintal para que elas inventassem o que fazer e se divertissem. “Hoje em dia as crianças são cada vez mais consumidoras e menos criativas em todos os níveis – ação, emoção e pensamento – e isso é um grande perigo”, diz o pediatra.

No entanto, se houver uma ênfase da família em desenvolver estes três níveis de capacidade, colocar a criança em contato com o computador ou até mesmo com a televisão pode ocorrer sem malefícios. Por outro lado, se houver acomodação dos pais, a coisa muda de figura: colocar uma criança sem supervisão diante de um destes meios é arriscado.

Tecnologia 24 horas 

Deixar a criança brincando no computador o tempo inteiro está mesmo fora de cogitação. De acordo com Terra, os pais devem estabelecer uma disciplina para o uso dos meios eletrônicos, e não simplesmente eliminar o computador da vida dos filhos. “As crianças já possuem uma atração muito grande pela tecnologia, a menos que você nunca a deixe chegar perto de qualquer meio eletrônico”, afirma. Contando que grande número de adultos anda para lá e para cá com celulares em mãos, este contato se torna inevitável. “Uma criança de três anos já é capaz de entrar sozinha na internet e assistir um vídeo no Youtube, então você precisa mostrar o que aquilo significa”, revela ele.

Embora os meios eletrônicos estejam espalhados por todos os lados e haja a possibilidade de serem utilizados de maneira correta por crianças e jovens, Terra ainda aponta que há riscos a serem evitados. “Como pai e educador, minha função não é a de tirar o computador das crianças, mas sim de mostrar o que significa. Senão ele vai fazer escondido”, afirma.

Evitar que um pré-adolescente crie um perfil numa rede social, por exemplo, é bastante difícil, mesmo que os pais o proíbam. A questão, portanto, é: quem irá informá-lo sobre as medidas que devem ser tomadas por questão de segurança, como por exemplo, não revelar informações pessoais? “Existem vários pais que acham que os filhos nem sabem mexer no computador, mas um dia descobrem que eles têm até perfil no Orkut. Incluir a tecnologia como algo que faz parte do dia a dia e vê-la de forma positiva é necessário”, acredita Terra.

Mas tampouco é preciso colocar um computador no quarto do seu filho para que ele não se sinta “por fora” diante dos colegas de escola. O pediatra ressalta que, junto às atividades de introdução à informática, é essencial que as crianças tenham outros estímulos: “Os pais devem se preocupar em desenvolvê-las através das artes, das atividades criativas e também das atividades físicas”. Afinal, levar somente a facilidade mecânica dos computadores em consideração não colabora para o desenvolvimento de novas capacidades. É como aprender a fazer contas direto na calculadora: você perde a aquisição da capacidade mental de calcular.

Faixa etária e autonomia 

O professor Valdemar Setzer é categórico: o uso de computadores sozinho, sem supervisão dos pais, deve começar somente a partir dos 17 anos – segundo ele, a idade em que o jovem já está preparado para utilizar a tecnologia de forma saudável. O pediatra Antonio Carlos de Souza Aranha é menos radical: para ele, a partir dos 14 anos já é possível que o jovem utilize a informática com autonomia, sem a possibilidade de se tornar dependente: “Os pais são livres para educarem os filhos como preferirem, mas a criança que não desenvolver capacidades criativas poderá usar o computador para fugir do contato com o mundo – assim como algumas fogem nas drogas”.

Terra discorda. “Existem atividades educativas que as crianças de quatro anos já podem realizar no computador, naturalmente acompanhadas dos pais”, revela ele. “Mas é necessário realizar um trabalho para que ele chegue na adolescência agindo de forma segura diante da internet, por exemplo”, completa. Segundo ele, a criança entrará em contato, de uma maneira ou de outra, com a tecnologia, e terá mais interesse de descobrir o que é o plano digital. “À medida que ela for solicitando isso, os pais devem ter muita atenção: não é como deixar a criança brincando com uma bola no quintal. Os riscos que ela corre diante do computador são realmente maiores”, revela o especialista.

“A civilização não andaria hoje sem o computador, mas a criança deve passar pelas etapas que a humanidade toda já passou até agora”, resume Antonio Carlos. Ou seja: desenvolver primeiro a criatividade e o raciocínio próprios, para depois dominar uma ferramenta que é parte integrante da vida moderna – e que jamais funcionaria sem a criatividade e o raciocínio humanos.
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